Como sucede com a Presidência da República, limitar a dois mandatos consecutivos (ou oito anos) o exercício da mesma função a todos os candidatos eleitos através de voto directo e universal. quarta-feira, 25 de março de 2009
107 Soluções para Portugal (1)
Como sucede com a Presidência da República, limitar a dois mandatos consecutivos (ou oito anos) o exercício da mesma função a todos os candidatos eleitos através de voto directo e universal. Movimento Mérito e Sociedade


Cavaco alinha-se com Manuela Ferreira Leite

Hoje pela manhã, na TSF, uma das notícias em destaque foi o alerta do Presidente da República em relação aos investimentos em obras públicas. Num tom de exigência Cavaco Silva afirmava ter de haver rigor na aplicação dos dinheiros públicos, nomeadamente em obras, porque deveria ser bem avaliada a relação custo/benefício, por forma a que não haja desperdícios. O Presidente chegou mesmo a dar exemplos de desperdício, alguns pelo exagero, do que considera desperdícios.terça-feira, 24 de março de 2009
Subserviência vergonhosa

No decorrer do Primeiro Jornal, após uma reportagem acerca da situação de encerramento da Jotex, reportagem essa que terminou com uma pergunta feita por uma funcionária que questionava o seguinte - como podia uma empresa como a Jotex, cheia de encomendas, que exportava quase tudo o que produzia, com estilista de referência como o Luís Buchinho, de repente fecha e declara a insolvência. Logo após esta reportagem a SIC vai em directo para Famalicão, onde se encontrava o ministro Manuel Pinho, que foi confrontado com esta pergunta, não sem antes o António Cancela, o jornalista da SIC que estava com o ministro, ter introduzido a pergunta com uma expressão do tipo - eu sei que não é responsabilidade do governo, isto é culpa da crise internacional e da crise financeira, mas que resposta pode dar a esta pergunta?
Patrões criminosos

O que é demais, é demais!!

segunda-feira, 23 de março de 2009
Assoberbadas

Partidocracia: o verdadeiro Situacionismo
Sou um admirador confesso de José Pacheco Pereira, já escrevi sobre a sua grande obsessão actual, reflectida no seu excelente blogue Abrupto: o situacionismo. CitandoBirra?!... Só se for de Sócrates e do seu PS!!!

sexta-feira, 20 de março de 2009
Cobardia política, falta de pudor político, falta de sentido de Estado e hipocrisia... enfim o PS dos nossos tempos.


Não me cabe a mim, especialmente pela insignificância que sou, efectivamente defender o PSD, nem as suas posições. Mas nesta situação da escolha do próximo Provedor de Justiça, o PS demonstrou toda uma série de epítetos negativos que exprimi no título. Há cerca de nove meses que o mandato de Nascimento Rodrigues chegou ao fim, o que significa que as negociações para a sua sucessão já se arrastam há pelo menos um ano. Certamente que já houve nomes propostos por um lado e pelo outro, sem que até hoje se tenham alcançado os consensos necessários. quinta-feira, 19 de março de 2009
E Estratégia??!!

O Mealheiro do Engenheiro Sócrates


terça-feira, 17 de março de 2009
Que Grande Besta!!!...

segunda-feira, 16 de março de 2009
Acerca do Subsídio Social de Reinserção

Direito à pré-reforma

Investimentos Públicos

domingo, 15 de março de 2009
Dos titulares de cargos eleitos

Reflexões acerca da Educação - O modelo de ensino

Mentalidades
Disse:
"A diminuição das taxas de juro tirará aos 'ricos' para dar aos 'pobres'. De forma bem mais eficaz que algumas taxas 'Robin dos Bosques'. Venha ela..."
Vaidade de vaidades...
Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?
Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde nasceu.
O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.
Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.
Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.
Já não há lembrança das coisas que precederam, e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, entre os que hão de vir depois.
E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar.
Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito.
Aquilo que é torto não se pode endireitar; aquilo que falta não se pode calcular.
Falei eu com o meu coração, dizendo: Eis que eu me engrandeci, e sobrepujei em sabedoria a todos os que houve antes de mim em Jerusalém; e o meu coração contemplou abundantemente a sabedoria e o conhecimento.
E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios e as loucuras, e vim a saber que também isto era aflição de espírito.
Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor.
Comodismo ou desorientação??

Sócrates O Calimero II - "Mentiroso"


O nosso primeiro ministro voltou à velha táctica, vinda dos tempos do último congresso do Partido Socialista, da vitimização: o Calimero Sócrates voltou a sair à rua de casca de ovo na cabeça, proclamando de novo a sua auto comiseração - "Coitadinho de mim".
Desta vez a propósito da enorme manifestação realizada ontem em Lisboa. A preocupação do Sr. Eng. foi com o facto de os únicos argumentos apresentados foi chamarem-lhe mentiroso e fazerem-lhe ataques pessoais. Esta observação do nosso primeiro deixa-me apenas uma grande dúvida: ou ele nunca participou numa manifestação, ou então está a fazer uma grande confusão entre palavras de ordem e argumentos. Será que estaria à espera que gritassem, os manifestantes, discursos de meia hora recheados de argumentação anti-governamental, gritados em coro à leitura conjunta de um qualquer tele ponto gigante?
Afinal era uma manifestação. Da qual teve o desplante de afirmar que não lhe impressionava o número mas sim a falta de argumentos.
O número da vitimização é evidente.
Começou com o caso pinócrates: afinal o cartaz não diz mentira nenhuma, quem mentiu foi o primeiro ministro ao prometer uma coisa que sabia não depender nada dele - mas isso não o impediu e prometeu criar os tais 150 mil novos empregos - isso diz muito acerca do carácter de uma pessoa não diz?.
Continuou com o caso Freeport: teoria da perseguição dos jornalistas, continuada pela indignação num debate parlamentar, quando lhe foi perguntado se podia garantir que os serviços de informação da república não estavam a perseguir magistrados responsáveis por investigações, e, concluiu com o discurso no congresso.
Finalizou com a manifestação e com o facto de os manifestantes gritarem, não como argumento, mas como palavra de ordem "mentiroso".
Será que a carapuça serviu?!
Provavelmente não finalizou e o Calimero vai continuar a passear-se, na figura do nosso primeiro ministro, pela política portuguesa.
sábado, 14 de março de 2009
Qual a função dos sindicatos?

domingo, 8 de março de 2009
Haverá na política tão pouca seriedade e tanto cinzentismo, tantas semelhanças entre tudo e todos os que se envolvem nessa esfera, que deixou de haver

(continuação da pergunta) espaço para a ideologia e para o debate puramente ideológico?
Estará a política actual tão pragmática, tão encharcada de sentido prático que deixou de ter espaço para a utopia?
Será que a política se tornou tão suja que é quase nojento tocar em tal actividade, ou expressar interesse pelos seus temas e assuntos?
Fará sentido nos dias de hoje defendermos a actividade política, defender no sentido de achar virtudes e até interesse na actividade política?
Acerca do sentido da política

Xenofobia ou bom senso?

sábado, 7 de março de 2009
Dignidade do emprego

sexta-feira, 6 de março de 2009
Disse:
"A receita para o sucesso eu não conheço, mas para o fracasso sim: é querer agradar a toda gente."